quarta-feira, setembro 23
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Federação Paulista explica data escolhida para retorno do Paulistão

Com retorno previsto para o dia 22 de julho, o Campeonato Paulista está de volta após três meses parado devido as medidas de combate ao coronavírus. Reinaldo Carneiro Bastos, presidente da Federação Paulista de Futebol, explicou o processo para a definição da data

“Desde o início, as decisões da FPF foram tomadas em conjunto com os clubes Em 16 de março nós paramos as competições e começamos a conversar e entender a situação que a gente estava vivendo. A comissão médica da Federação, com os médicos dos clubes e comandados pelo Dr. Moisés Cohen, começaram a trabalhar com as autoridades de Saúde para a gente entender que tipo de protocolo tínhamos que apresentar. Pegamos muitas informações lá de fora, da Inglaterra, Espanha, Alemanha, França e começamos a montar um protocolo”, afirmou Reinaldo Bastos.

“Na conversa que se teve com os clubes, o mínimo que podia se desejar era 30 dias, mas não era o ideal. Mas sabíamos, Federação, atletas, clubes, árbitros e todos os envolvidos que teríamos que fazer sacrifícios. Quando o Governo autorizou a volta dos testes físicos e exames médicos a partir de 22 de junho, começamos, junto com os clubes, a preparar um protocolo para 30 dias depois, 22 de julho, que o Governo aprovou”, completou.

Reinaldo Carneiro Bastos ainda comentou que algumas equipes podem não mandar seus jogos nos próprios estádios. Apenas os municípios em fase amarela do Plano São Paulo estão autorizados a sediarem partidas. Ribeirão Preto e Campinas, por exemplo, estão na fase vermelha.

“É a situação que existe, é um momento muito difícil. Na reunião que nós tivemos no Palácio dos Bandeirantes com o governador Doria e membros do Comitê de Contingência, existe a possibilidade de cidades que estejam na zona laranja, mas que tenha índices de zona amarela, sejam aprovadas. É isso que alguns clubes vão pleitear. Se não for autorizado, vamos jogar no litoral, São Paulo e na grande São Paulo. Como não haverá público em nenhuma das partidas até o final do Campeonato, a diferença do mando de campo se dilui um pouco”, conclui o presidente da FPF.